Dados que transformam decisões
Gestoras que operam com base em dados tomam decisões melhores. Mas quais métricas realmente importam para a gestão de escalas médicas?
KPIs operacionais
Taxa de preenchimento: percentual de vagas efetivamente cobertas. Meta ideal: acima de 90%. Taxa de resposta: percentual de médicos que respondem às abordagens. Benchmark do mercado: 25-35%.
Tempo médio de preenchimento: quanto tempo entre a publicação da vaga e a confirmação do plantonista. Referência: menos de 24 horas para urgências.
KPIs financeiros
Custo por plantão preenchido: inclui tecnologia, equipe e comunicação. ROI da automação: economia gerada versus investimento em ferramentas. Revenue per shift: receita líquida por turno gerenciado.
KPIs de qualidade
Taxa de no-show: médicos que confirmam mas não comparecem. Meta: abaixo de 2%. Net Promoter Score de médicos: satisfação dos profissionais com a gestora. Taxa de retenção: percentual de médicos que fazem plantões recorrentes.
Visualização em tempo real
Um dashboard bem construído permite intervenção imediata. Se a taxa de preenchimento cai abaixo do limite em determinada especialidade, a equipe pode agir antes que a vaga fique descoberta.